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Quando ele sorria

Quando ele sorria
Transmitia felicidade
Para ele mesmo
E para os outros
Esse era o motivo
E a satisfação que encontrava
Era o prazer que sentia

Quando ele sorria
Era como se as flores se abrissem
Em plena primavera
Ou se as estrelas se iluminassem
No universo inifnito
Como um ator que seduzia

Quando ele sorria
Trazia uma luz
Que como um sol escaldante
Queimava e reluzia
Pois ele era a própria estrela
A mais brilhante
No céu negro da noite
E eu aqui pensando
Naquele sorriso inquietante.

Outra poesia dedicada ao camaleão David Bowie. O sorriso marcante dele sempre me vêm à cabeça, seja em vídeos ou em fotos. Nunca tive a sorte de ver de perto um show dele aqui no Brasil, é uma das minhas grandes frustações. Mas não me queixo porque a música dele me marcou de alguma maneira durante a minha vida e isso me conforta. Mesmo mais conformada, a saudade continua, e por isso não me canso de relembrar ou descobrir coisas novas sobre ele pela internet e pelos livros. É como se nunca tivesse partido.

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